O que fazer em Paris
Paris recompensa quem caminha junto ao Sena. Veja a Torre Eiffel do Trocadéro, a renascida Notre-Dame na Île de la Cité e a pirâmide de vidro do Louvre, e depois percorra os Campos Elísios até ao Arco do Triunfo.
Suba a Montmartre até ao Sacré-Cœur com a cidade a seus pés, veja as bancas de livros dos bouquinistes e ofereça-se uma tarde lenta num café — em Paris, ver a rua passar é uma atividade legítima.
Bairros e onde comer
O Marais são palacetes aristocráticos, falafel e lojas vintage; Saint-Germain-des-Prés é a cultura literária de café, Montmartre é o boémio, e o Canal Saint-Martin é onde a Paris jovem faz piquenique.
Coma um croissant e uma baguete a sério, steak-frites e queijo de uma fromagerie, e encare o jantar de bistrô como um acontecimento, não um reabastecimento. As galerias cobertas e os mercados são a forma mais saborosa de passear.
Como se locomover e melhor época
O metro chega a todo o lado e o centro é mais pequeno do que parece — a maioria dos ícones fica a 30 minutos a pé. Um cartão Navigo Easy ou um carnet cobre metro, autocarro e elétrico; os comboios RER ligam os dois aeroportos.
A primavera (abril–junho) e setembro–outubro são as alturas clássicas: amenas e fotogénicas. O verão é quente mas muitos partem em agosto; o inverno é tranquilo, atmosférico e feito para museus e cafés.
Vale a pena fazer um free tour em Paris?
Paris é grande demais para uma caminhada só, e aceitar isso é o que evita a decepção. Um free tour não mostra a cidade: mostra uma fatia bem contada, normalmente a Île de la Cité e o Quartier Latin, ou Montmartre, ou o Marais. O que você ganha é o fio que liga aqueles prédios, e em Paris esse fio quase sempre fala de revoluções, incêndios e reconstruções.
Museus não estão incluídos. Louvre, Orsay e o topo da torre Eiffel são pagos e com horário marcado, e a Notre-Dame, reaberta em dezembro de 2024, tem entrada gratuita mas com filas longas e faixas de horário que funcionam melhor como visita separada. O guia conta a história a partir do adro.
Como funcionam a reserva e a gorjeta em Paris
Reservar não custa nada e a confirmação traz o ponto de encontro, que muda por roteiro: o clássico sai do metrô Hôtel de Ville, o de Montmartre do metrô Blanche ao lado do Moulin Rouge, e o de mistérios da fonte Saint-Michel. As vagas são limitadas, então reserve com dois dias de antecedência na primavera e no verão.
Você escolhe o valor no fim. De 10 a 20 euros por pessoa é o padrão parisiense, em dinheiro e em notas pequenas. Nada é cobrado antes e, se o plano mudar, cancele pelo e-mail de confirmação em vez de simplesmente não aparecer.